quarta-feira, 15 de abril de 2015

Mais uma etapa meia ultrapassada...

Cheguei hoje a casa. Estou a modos que atropelada por um camião que fez marcha atrás.
Só penso no dia que terei filhos, sentir-me como agora, a conseguir mexer-me com tanta dificuldade e ter ali um bebé ao lado a pedir pelos meus cuidados. Ui ui... Mas se toda a gente consegue, eu também conseguirei!
Agora é como renascer de novo. Reaprender tudo. Mas com o apoio que tenho tido, em breve, tudo estará mais equilibrado.
Correu tudo pelo melhor, isso é o mais importante.
Agora restam dias de sossego, pouca ou nenhuma actividade. Mexer-me lentamente para aos poucos ir recuperando os movimentos sem dor.
Até Breve!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Não precisa ser o melhor do mundo... é simplesmente o meu.


Não é o melhor do mundo e não precisa ser. É o meu. Só o tenho a ele. Sei que continuo a ser a sua menina e ele a ser o meu papi. Temos uma relação delicada, mas no fundo, no fundo, adoramo-nos. Não precisamos de palavras para sabermos que somos muito parecidos. E por isso nos chocamos. 
Eu estou aqui para ele e ele está ali para mim.
Já me pregou um susto valente há uns anos, ainda que com as limitações inerentes, mantém aquele seu sentido de humor tão particular.
Não é só hoje o dia dele, é todos os dias. Espero que dure e me continue a acompanhar, e a orgulhar-se de mim.
Hoje, recordo-me também de todos os pais que o são impedidos de o ser. Recordo as mães que são mães e pais porque eles pura e simplesmente voltaram costas e não quiseram mais saber.
Agradeço-lhe os valores, a educação, a rigidez e o humor. 
Tudo aquilo que é para mim, espero um dia ser para os meus filhos. Eu e o meu Amor.
Espero que consigamos fazer o excelente trabalho que os nossos pais fizeram connosco.

terça-feira, 17 de março de 2015

É a chamada "miáufa"...

Sou uma cocó, no que com a saúde diz respeito. É verdade.
Detesto. O cheiro a éter, fazer análises, agulhas, and so on.
Não sou de andar nos médicos, sou descontraída, vou a consultas de rotina pontualmente (nos últimos tempos até mais porque tenho uma nova médica de família e adoro-a, é uma querida).
Em 2011 foram-me detectadas umas coisas e eu sempre a assobiar para o lado e a pedir a todos os santos para que não sofresse qualquer tipo de alteração, ou mesmo que por milagre, pudessem desaparecer. Nada disto aconteceu e nos controlos que fui efectuando, a coisa ficou certa, estava em crescimento progressivo e é preciso remover.
Vou ser sujeita a uma intervenção cirúrgica em breve e a realidade é que estou cheia de medo. Não por falta de confiança na minha cirurgiã, mas por ouvir tanta coisa, acontece tanta coisa com tanta gente que me deixa apreensiva. Só o facto de ser sujeita a uma anestesia me deixa com muito medo. E se eu não acordar mais? Penso em tudo isto. Tento não o fazer, mas inevitavelmente, penso em tudo isto.
Portanto, espero que nada de mal me aconteça e que a vida siga o seu rumo, porque eu tenho imensas coisas que ainda quero fazer. Tenho sonhos a realizar, uma mudança para fazer e uma vida a dois para viver.
Mas ser cocó é horrível. Adorava ser Zen e sentir uma paz extrema e muito menos ter este tipo de pensamentos completamente estúpidos.
Enfim. Só quero que passe rápido. Que tudo corra bem. Que eu recupere rápido e não tenha muitas dores na recuperação.
Ufff, que o tempo passe rápido e eu me veja livre disto rapidamente.

terça-feira, 10 de março de 2015

Porque é na persistência que as vitórias acontecem...



Nunca fui pessoa de ter a vida facilitada. Sempre soube o que queria e sempre me recusei a aceitar menos do que aquilo que merecia. Durante todas as vezes que procurei emprego me deparei com ofertas miseráveis. E eu fui recusando, primeiro porque sempre tive a convicção de que merecia mais, e o que é certo é que foram aparecendo outras oportunidades. Melhores e que acabavam por confirmar aquilo que eu pensava e sentia.
Desta vez a coisa está mais complicada. Já não estou na casa dos vintes. Os salários que pagam actualmente são a maior vergonha de todos os tempos e portanto o cenário não é animador.
A questão de base aqui é que, eu continuo a acreditar. A acreditar com a minha fé e força inabalável. E eu sei que uma oportunidade está guardada para mim. Não sei se faltará muito ou pouco. Mas eu acredito. Acredito que surgirá alguma coisa que me leve para junto do meu Amor. Eu acredito. Já me disseram que tenho um pensamento errado. Que nem pensar. Mas nada me demove de continuar na luta. De continuar a arregaçar mangas e ir em frente. Porque a minha intuição não falha. E eu oiço esta voz que soa dentro de mim.
Como canta a Mafalda Veiga, "é preciso penar para aprender a viver" e ultimamente no meu local de trabalho a coisa tem sido dura. O ambiente jamais esteve da forma que agora se encontra. Eu barafusto, desabafo, mantenho a minha, mas sempre na persistência do que quero e do que anseio. Nunca fui pessoa de ficar à espera para ver. 
Com fé, persistência, muito trabalho, cabeça erguida, podemos abraçar o mundo. E eu vou conseguir abraçar o meu, em breve. E todos os dias!

Imagens: Icanread

terça-feira, 3 de março de 2015

É apenas isso...

Sou uma sortuda. Uma sortuda por ter ao meu lado um companheiro tão mas tão especial. É a minha maior sorte. Tê-lo conhecido, termo-nos um ao outro e não abdicarmos disso por nada deste mundo. E não há nada que eu mais queira do que ficar sempre com ele. Até sermos velhinhos. 
Somos tão mais felizes desde que nos temos um ao outro. E não há nada melhor do que isso.
Até já, meu Amor.


domingo, 22 de fevereiro de 2015


Que a semana passe a voar...

Foto: Weheartit.com

Parece que o tema já acalmou...


Sim, eu o meu querido namorado também fomos ver o filme de que tanto se fala ou falou. Achei fracote. Não porque esperasse cenas de tau tau a cada trinta segundos, mas foi muito colado ao primeiro livro. Não saíram daquilo mesmo, sendo que o livro é bem mais detalhado.
Eu tinha lido o primeiro e o que me prendeu na história foi a história dos dois em si, serem tão diferentes. O que senti ao ler o livro e ao ver o filme foi a mesma coisa. Quando surgiam as cenas de sadomasoquismo, eu irritava-me. A sério, como é possível alguém no seu perfeito juízo se sujeitar àquilo? Uma coisa é brincar com algumas situações, rirmo-nos com elas. Outra é deixar que outro tenha uma pancada louca em nos bater. Onde é que isto pode proporcionar prazer? Na minha cabeça não há espaço para crer em algo assim... Mas cada um come do que gosta e aceita o que melhor lhe apraz...
Tenho a dizer também o que já li e tenho ouvido, o melhor de tudo é sinceramente a banda sonora. Gostei da envolvente do filme, o facto do Grey ser multimilionário ajuda muito, as coisas que pôde proporcionar à Anastacia... isso sim, são essas partes dos livros e no filme que me prenderam. Agora o resto? É isso mesmo, resto.
Tinha deixado o segundo livro ao abandono aí nas páginas 100 e qualquer coisa. Agora voltei à leitura, mesmo só naquela de saber o que irá acontecer. Tenho esperança que ele ganhe juízo e possa ter uma relação "normal".

vídeo retirado do youtube - uma das minhas músicas preferidas do filme.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Da Revolta!!!

Sou uma pessoa revoltada. Talvez este sentimento advenha do facto de ser tremendamente observadora e tento (sempre) ser o mais justa possível. Daí que, quando oiço, vejo ou me apercebo de situações anómalas, o meu corpo grita. Os meus poros expressam o que sinto cá dentro.
Há pouco tempo ouvi, que as novas Licenciaturas (actual Bolonha) são o antigo 12º Ano. Fiquei chocada. Óbvio que para quem estudou durante 4 ou 5 anos, ver o curso diminuir para 3, pensa que agora qualquer um lá chega e faz aquilo com uma perna às costas. Totalmente em desacordo. 
Acho que não se pode olhar para as coisas pelo olho que melhor vê, ou que melhor interessa ver.
Estas pessoas a quem ouvi estas frases espectaculares, confesso aqui, que a que mais admiro é que "hoje em dia qualquer um faz uma Licenciatura". Eu não acho que seja bem assim, e terminei a minha há pouco mais de dois anos.
Na altura que saí da escola para trabalhar, não tinha o 12º ano concluído por causa de matemática. Os exames nacionais eram de tal ordem complicados que eu nunca consegui fazer a disciplina. Achei que andar lá não sendo proveitoso, só me estava a desgastar e estagnar. Nessa altura fui trabalhar quando as aulas acabaram e acabei por ingressar num Curso Técnico de Gestão. Curso este onde aprendi o que era a vida do trabalho e os conhecimentos técnicos, uma vez que era formação Dual.
Houve quem achasse que o Curso merecia ter equivalências a Bacharelato (foi em 1999-2001), dada a complexidade das temáticas. Terminei-o orgulhosamente com média de 15 valores. Nunca fui para a Universidade porque isso por si só nunca me disse nada. 
Mal terminei o curso técnico comecei a trabalhar. Ainda assim, fui o terminar o 12º à noite. Fui andando, desenvolvendo trabalho em diversas empresas, até que vim parar à empresa onde estou (há mais de 9 anos). Nos entretantos, e como sou dada a imensa preguiça, fui tendo outros empregos em simultâneo, e no último que tive, surgiram umas amigas e colegas a dizerem que se iam inscrever no ensino superior e que eu devia ir também, que era uma pessoa com imensa capacidade. Meia a brincar e sem qualquer expectativa (acho que é mesmo o segredo para as coisas correrem bem), lá fui e de todas, fui a única que o começou e terminou. Entrei para a primeira opção (Recursos Humanos em Pós Laboral). Dado que no primeiro ano do curso ainda estava com dois empregos, tive de repetir o ano, se bem que fiz algumas cadeiras sem conhecer os professores. Fiz o curso em 4 anos, outros colegas meus conseguiram em 3, éramos trabalhadores estudantes. Eu estava a 55 kms da Universidade. Foram 3 anos (nem conto com o primeiro) muito intensos, de um esforço tremendo, de muito trabalho, sem qualquer facilitismo, sem qualquer mão beijada. Partilhei muitas vezes com colegas meus, que se tornaram amigos, que fez todo o sentido ir tirar a Licenciatura depois de ter contacto com a realidade profissional. Muitos colegas foram ficando pelo caminho, alguns pelas dificuldades da matéria, outros por outras razões.
Não se deve avaliar as coisas só porque agora é menos tempo, pois é, mas os cursos foram reformulados e há cadeiras semestrais onde é leccionada a matéria de um ano inteiro.
Esta malta que canta de alto, andou lá 4 ou 5 anos, mas não faziam mais nada da vida. Tinham os papás que lhes proporcionavam uma vida simples e de estudos. Acho muito feio, quando  oiço este tipo de considerações. Antes de proferirmos determinadas coisas, devemos parar, pensar e só depois emitir juízos de valor.
Porque afinal o Bolonha pode ter diminuído o tempo dos estudos, mas o Pré-Bolonha também não lhes ensinou de forma perfeita a serem profissionais de excelência.
Sim, sou revoltada. E serei sempre. Enquanto presenciar situações com as quais não concordo, manifestarei o meu total desacordo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Muitos Parabéns!

Meu Amor,

Hoje é um dia deveras especial.
Lamento tanto não poder partilhar o dia contigo. Mas amanhã, estaremos juntos. O momento da chegada traz-me sempre calafrios na espinha. Borboletas a esvoaçar no estômago. Tal como no início de tudo. Amanhã certamente não será diferente.
O momento em que os meus olhos encontram os teus e o sorriso transparece tudo aquilo que estamos a sentir e a partilhar. Como eu te amo, meu amor.
Desejo que, não só hoje, mas em todos os dias, sejas muito feliz. Que isso se reflita no teu rosto, através do brilho do teu olhar, do teu sorriso, do som da tua gargalhada (que eu tanto amo).
O resto, bom, o resto é nosso. Só nosso. Fica connosco, nos segredos que te digo ao ouvido, na partilha daquele olhar que nos embala sempre nos braços um do outro.
Com todo o meu amor por ti, te desejo o melhor. Muitos Parabéns!
Até já, meu príncipe!



P.S. Hoje fazia também anos uma das pessoas mais importantes da minha vida. Continua a sê-lo. Continua a estar presente em mim, todos os dias da minha vida. Sei que, onde quer que esteja, simplesmente me guarda. Quer no coração, quer com todo o amor do mundo que nos une.

Fotografia da minha autoria.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Não tenho título para dar a este post. Nem me apetece atribuir-lhe um.
Acabei de escrever um texto sobre o que foi 2014 e o que desejo para 2015. Mas sinceramente, não me parece que seja necessário transcrever duas páginas manuscritas para que fique registado. O maior e melhor registo está dentro de mim. Em tudo o que vivi durante o ano que passou e o que está para vir.
Não quero dar grande enfoque ao que correu menos bem. Aprendi com isso. E é tudo quanto baste, para que não se volte a repetir.
O ano terminou com a morte atroz e inesperada de um amigo. Foi algo tão mas tão triste. Que o novo ano não traga mais perdas humanas. É sem dúvida, aquilo que de pior pode acontecer.
Quero recordar 2014 com tudo de bom que teve, e foram tantas coisas. Recordo os inúmeros passeios que fomos fazendo ao longo do tempo. Das mais importantes, o aniversário do primeiro ano de namoro, as férias maravilhosas que partilhámos, a cumplicidade, a paciência, a cedência e para mim, o melhor de tudo, o amor que todos os dias consolidamos. A base dos sentimentos que nos unem.
Quero que 2015 me traga a oportunidade profissional que mais anseio para poder fazer as malas e mudar para a cidade que me acolheu, pelo Amor. Aveiro do meu coração (e que saudades já tenho de lá ir).
Em 2015 vou dar tudo por tudo para ser o mais feliz em cada dia. Fazer os que amo felizes. Nada é mais importante na vida. O fazer com que cada dia conte, pelos melhor motivos. É só isso que conta, realmente. O dizermos o quanto amamos os nossos, porque amanhã, pode efectivamente, ser tarde demais.
Vou lutar, com mais força ainda (se é que é possível) para encontrar aquilo que mais quero. Ficar com o meu Amor. Construirmos a nossa vida, juntos. Adormecermos e acordarmos juntos, todos os dias. Sem estações de comboio ou paragens de autocarro. Despedidas. 
Agradeço todos os dias (e tanto, meu deus), pela pessoa que tenho ao meu lado. Pelo que é, pelo que me faz sentir, pelo Companheiro que é. Basta-me que todos os dias do ano tenham a mesma magia que partilhámos com as 12 badaladas. O nosso mundo parou, naquele abraço apertado. No nosso abraço.
Sejam felizes, porque afinal de contas, nada é mais importante do que isso. E temos 361 oportunidades para o ser, neste 2015 que ainda agora está a começar.