domingo, 19 de outubro de 2014

As pequenas coisas são mesmo as mais especiais!


E este fim de semana foi tão mas tão especial...
Eu. Amor. Tu. Tanto!

Imagem: Icanread.tumblr.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

É que não poderia ilustrar melhor...





Imagens: Icanread.tumblr.com

terça-feira, 14 de outubro de 2014

...

Este texto há muito que anda a ser cozinhado na minha pequena cabecinha, mas nem sempre consigo conciliar o tempo disponível (e sem interrupções) que determinadas reflexões exigem, bem como a inspiração necessária para que escreva, exactamente aquilo que quero dizer.
Tenho alturas em que penso muito. Muito mesmo.
Há mais de um ano que a minha vida mudou. A minha vida mudou porque eu encontrei o Amor. Um Amor que se tem construído em bases sólidas, com calma, ponderação. Nunca tivemos grandes ilusões sobre a nossa relação. Sempre fomos dando um passo, e depois outro, amanhã certamente daremos outro. E é nesta caminhada que, lado a lado, que nos vamos conhecendo, estreitando laços e ganhando amarras. Já tivemos arrufos, já os resolvemos. A nossa relação não é perfeita, mas o que faz uma relação ser boa ou má, é a base em que é assente. Os valores que temos. E é aquilo que fazemos pela relação. O Amor que sentimos um pelo outro, o respeito, a admiração, a tolerância, a vontade, a cumplicidade, o querer, a paciência. São todas as coisas que queremos e estamos dispostos a dar e a fazer por nós e pelo nosso Amor.
Eu não sou uma pessoa fácil, sei-o bem. Não tenho qualquer tipo de ilusão em relação ao meu feitio. Mas também com a mesma força que os maus dias chegam, também depressa desaparecem. Tenho alturas em que se gera em mim um tufão e levo tudo à frente. Nessas alturas não é nada fácil lidar comigo. Principalmente porque descarrego em quem não tem culpa. É tipo uma explosão que acontece e depois, upsss! Tal como vem, também vai à sua vidinha. O pior é que os estragos nem sempre desaparecem com a mesma velocidade.
O que eu quero mesmo dizer é que, finalmente, encontrei o AMOR. O verdadeiro. Aquele Amor puro, sincero, com boas intenções, um Amor para a vida (alimentado todos os dias de muito mimo). E isso deixa-me muito feliz. Faz com que eu me sinta uma sortuda por tê-lo na minha vida, ao meu lado. É com ele que eu quero construir uma família. Partilhar tudo, conhecer o mundo e aprender a ser melhor.
Sei que já fiz coisas que o magoaram, ainda que não fosse de todo a minha intenção. Jamais o quis e quero magoar. É o meu tesouro. A minha cara metade, o meu tudo. Somos diferentes, mas tão parecidos naquilo que é a base da nossa vida, dos nossos valores. Aquilo que queremos transmitir aos nossos filhos.
Não é dizer mal das relações que um dia, fizeram parte da minha vida. O que vivi está vivido e todas as experiências - as más com maior impacto ao nível da aprendizagem e do ensinamento - mas a realidade é que, jamais quero viver coisas que outrora vivi e que deixei que me acontecessem. Sim, porque eu permiti que me magoassem e tolerei coisas impensáveis. Mas é no cair e em levantar que está a evolução do ser.
Eu não sabia o que era ter um Amor assim. Não sabia o que era ter um companheiro. 
Valorizo tanto, mas tanto, todos os dias, o que tenho. Estimo, com todas as forças do meu ser, este sentimento que vive no meu coração e eu partilho com o meu Amor.
Sempre acreditei que o meu dia ia chegar. E chegou. Há 14 (16) meses que eu sou bem mais feliz. Que fui aprendendo que a esperança tem de viver em nós diariamente, que a persistência e luta dão frutos a quem sempre arregaça mangas. 
Agora só falta mesmo a oportunidade. Aquela oportunidade porque nós ansiamos. E há-de chegar. Acredito nisso. Como sempre disse, se a vida me deu este Amor, terá com certeza muito mais história para nós dois, juntos. E é isso, que em cada novo dia, me dá alento para tentar. Uma e outra vez. É esta esperança que vive em mim, que me tem trazido tanta coisa boa. Me tem ensinado que quem espera sempre alcança e que há amores assim. Lindos e que merecem tanto ser bem vividos.

Ainda falta muito, Amor?

domingo, 12 de outubro de 2014

Wishlist

Não sou muito de compras, nem de consumismos desenfreados, talvez por ser uma esquisita em último grau e não gostar de muita coisa, mas quando os meus olhos bateram nesta fotografia, ficaram meio que, emocionados.
Está tão fofinho, o conjunto.
Se calhar se o fosse experimentar, nem gostava assim tanto de me ver. E quando fui ver os preços, ia-me dando o badagaio. Mas sonhar não paga imposto, por isso...
Dispenso a mala e os sapatos. Mas a camisinha, o casaquinho e os calçõezinhos encheram-me o olho... Ainda fui espreitar a loja online e vi por lá mais umas peças bem fofinhas.

No entanto, dado os preço de cada peça, acho que até tinha medo de sair à rua, sabendo que ainda me podiam despir toda para me roubar a roupinha...



Imagem retirada do Facebook da Lion of Porches

sábado, 11 de outubro de 2014

E laurear que é tão bom...






Lá fomos passear a um sítio há algum tempo prometido. 
Em Entre-os-Rios senti um clima de pesar. Saber que ali, exactamente naquele lugar, em Março 2001, 59 pessoas perderam a vida. A maioria, vários membros da mesma família, pude constatar no Memorial, onde estão todos os nomes escritos. É um local que transmite tristeza...
O Porto Antigo e tudo o que envolve Cinfães do Douro é de uma beleza natural e muito particular. O Douro é o Douro e não precisa de muita descrição. É mágico, simplesmente.
O ano passado quando fizemos o passeio de barco rabelo pelas pontes, no Porto, já eu tinha amado de paixão. Agora, ficou ainda mais a promessa do passeio do Porto à Régua. Se bem que eu vi o barco naquele buraco onde tem de ficar até que a barragem retire toda a água para o permitir sair... E isso, confesso, que me assustou. Mas como farei o passeio acompanhada, tenho sempre aquele abraço bom que me envolve e me protege de tudo. É assim o Amor. O Meu Amor!!!!!
E foi neste cenário maravilhoso que passámos um dia em bom, namorámos, sorrimos e demos as mãos, símbolo da magnífica união que nos une.
No dia anterior, foi a vez de andar de barco moliceiro, que eu adorei. A vista da cidade de Aveiro pelo moliceiro é diferente, mas igualmente encantadora. Não há fotos. Há imagens na nossa cabeça. Que para mim, viver as coisas é bem melhor do que fotografá-las...

Fotografias da minha autoria

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Das partidas e das chegadas!

Só o facto de vir para o terminal dos autocarros me deixa feliz. Apenas e só porque me leva para os braços do meu Amor. É o meu foco.
Esta semana é particularmente complexa. A minha ansiedade anda a topo, bem como a minha frustração profissional.
Não é fácil. Encontrar forças para remar contra uma maré, que de há algum tempo para cá, só tem lodo. O ditado é velho. Quem não está bem que se mude. É isso mesmo que ando a tentar fazer.
Mas o que agora importa é que já falta pouco. Daqui a nada tenho aqueles olhos lindos a olhar para mim, a sorrir-me e eu só quero abraçá-lo forte. Só. Aquele abraço apertado tem tudo. Cabe lá todo o sentimento que temos um pelo outro.
Que saudades tuas, meu amor. Até já.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sigo o meu coração...


Só faltam 2 dias. No sítio do costume. Tu sabes.

Fotografia da minha autoria... 

sábado, 13 de setembro de 2014

Filmes Intemporais...



E esta cena da Susan, filha do Benjamin Martin, a dizer-lhe para ele não partir que ela dizia o que ele quisesse... desarmou-me completamente.
Há filmes espectaculares que sabe sempre bem rever. Este é sem dúvida um deles.
Muito Emocionante!

Imagens retiradas do Google Images

Não se pode ajudar os outros...

Conheço várias pessoas que ajudaram outros e acabaram prejudicadas.
Porque quem recebe ajuda está-se a marimbar para quem o ajudou, é a conclusão a que chego. Há uns tempos em conversa com a minha esteticista, ela a desabafar sobre este assunto, que tinha ajudado alguém financeiramente e que essa pessoa literalmente nem aborda o assunto. É que estas pessoas chegam ao cumulo de assobiar para o ar, fazer a sua vidinha e não estão nem aí para dar uma satisfação a quem, se calhar, fez das tripas coração para ajudar. Sem consideração, responsabilidade, ou valores. Porque uma palavra não custa. E acredito que não paguem o que devem porque não podem, mas caramba, e um esforço? E um abdicar de alguma coisa em seu proveito próprio para devolver aquilo que, é de quem emprestou? E não se preocupam em andar na rua, de cara levantada? Porque a dignidade não tem preço. O andarmos na rua descansados. Será que estás pessoas não sentem vergonha?
Palavra de honra que é um assunto que me dá cabo dos nervos. Conheço alguns casos bem próximos. Não gosto de gente ingrata, para não escrever que odeio e que me deixa à beira de um ataque de nervos. Cambada de ingratos. É assim que eu considero todas as pessoas que pedem ajuda e depois remetem-se ao silêncio, sem uma única palavra, satisfação para honrar os compromissos que assumiram. É imensamente triste. E a velha máxima de que os actos são para quem os pratica faz todo o sentido. Por isso cada vez sou mais revoltada. Os valores com os quais fui criada estão a desaparecer a olhos vistos. Assusta-me tanto. O mundo está povoado de gente sem escrúpulos, mal formada e mal educada. Meu Deus.
E a realidade é tão somente uma. Não se pode ajudar. Porque quem acaba prejudicado é quem ajuda. E isso é triste. É imensamente triste. E feio. Muito feio.

domingo, 7 de setembro de 2014

Os meus sonhos comandam a minha vida...


No mês que passou, tive perto de realizar o meu sonho. Mudar-me para Aveiro. Mas ainda não foi desta. Entrei num processo de recrutamento que me aliciou muito. Ia aprender imensa coisa, a organização proporcionar-me-ia muita aprendizagem (coisa que eu adoro, sempre). Tinha tudo para ser perfeito. Primeiro porque eu quero muito ir, em segundo, porque quero um novo desafio profissional, especialmente numa organização que me proporcione alguma evolução de carreira. O pior vem depois.
Queriam que eu fosse para lá por pouco mais que o o salário mínimo. Ora pois, que eu não vivo do ar, nem consigo pagar contas com a aprendizagem, ou com o adorar trabalhar. Eles foram  completamente intransigentes, e eu lamentavelmente, neguei a oferta. Principalmente depois de me dizerem que a empresa tinha um volume de negócios de não sei quantos milhões de euros. Eles devem ter resmas de candidatos em lista de espera e sedentos de conseguir um trabalho. Seja porque dinheiro for. Pois, meus amigos, eu não. Lamento.
Andei alguns dias a bater mal. Incrédula com o que me tinha acontecido. Mas a maior tristeza foi  ter de negar a oportunidade de fazer as malas e ir para o pé do meu Amor. Depois, essa sensação foi passando e dei por mim a pensar, caramba... Se eu não me valorizar, então quem o fará? É certo e sabido que as coisas estão complicadas e delicadas, mas pior do que isso, estão assim porque as pessoas o permitem. Porque aceitam qualquer coisa, a troco de praticamente nada. E a dignidade? E ao mesmo tempo que pensava nisto, pensava num post que em tempos li, da Cocó na Fralda, que tinha sido convidada para escrever de graça em troco da promoção do Blog. E ela respondeu e bem, que isso não lhe alimentava os filhos. Pois é. O desafio era espectacular. A questão é que eu não aceito ser explorada. Ponto. Eu ainda estava disposta a negociar e a baixar o meu valor inicial, mas nem assim. Eles não cederam. Nem uma vírgula.  
No meio de tudo isto ficou uma certeza. Outras oportunidades virão. E eu acredito que há empresas dignas, onde os recursos humanos são peça fundamental da organização. Porque não me venham com coisas, quem é mal pago, onde vai buscar a motivação para desempenhar uma função como deve ser? Pode no início ter essa força, mas ao fim de uns tempos, a desmotivação tomará conta da pessoa e a produtividade cairá a pique.
Fica a lição. O arregaçar de mangas que continuo a ter. A forma como encaro esta luta. Sempre com muita esperança. Com muita certeza no meu valor. Com muita convicção e esperança que não tarda acontece. Quando tiver de ser. A persistência  e o trabalho contínuo, encarregar-se-ão do resto. Porque o mais importante de tudo, é continuarmos de braços abertos, à espera do dia em que as despedidas dêem lugar aos dias partilhados. À vida que queremos ter, juntos. E é esse Amor que nos embala os dias e nos enche a alma de tudo o que precisamos para alimentar este nosso sentimento. Tão bom e tão puro.

Imagem: WeHeartit.com